O aplicativo CapCut é uma plataforma de edição de vídeos disponível para dispositivos móveis com sistemas operacionais Android e iOS. Ele oferece diversas funcionalidades, incluindo a adição automática de legendas, narração com voz do Google, faixas musicais e cortes de áudio para aprimorar a edição. Embora tenha se tornado popular apenas em 2022, o CapCut foi criado em 2019 pela ByteDance, proprietária do TikTok, com o nome de Jianying para o mercado chinês e foi lançado globalmente em 2020. Desde então, tornou-se o editor de vídeo mais popular para dispositivos móveis, com opções gratuitas e um pacote PRO com funcionalidades premium disponível por uma taxa mensal ou anual. Em 2022, o CapCut foi o quinto aplicativo mais baixado no mundo, com 357 milhões de downloads, e em março de 2023 ultrapassou o número de downloads do TikTok nos Estados Unidos. Além disso, o CapCut é o único aplicativo de edição de vídeo que integra o top dez das listas de aplicativos mais baixados na Google Play Store e na Apple Store. Vale ressaltar que o CapCut tem integração direta com o TikTok, permitindo o uso de filtros e efeitos disponíveis em ambas as ferramentas.
Inteligência Artificial: Tendências de 2024
A inteligência artificial (IA) continua a avançar em ritmo acelerado, moldando o cenário tecnológico de maneiras inovadoras. À medida que nos aproximamos de 2024, é importante estar atento às tendências que impulsionarão o desenvolvimento e a adoção da IA em diversas áreas.
Jovens não querem comprar em lojas físicas, aponta estudo
A Geração Z é bastante única. É a primeira geração totalmente nativa digital — algo que não acontecia nos Millennials. E agora, estão entrando no mercado de trabalho e gerando seu próprio dinheiro. Ou seja: esta geração agora tem seu próprio poder de compra. E quais são suas preferências? De acordo com uma pesquisa recente da Verint, para eles, tudo se resume à experiências digitais. Este público não está interessado em lojas tradicionais. Menos de 36% dos consumidores com menos de 40 anos têm o hábito de visitar lojas físicas. Já entre as pessoas com mais de 57 anos, mais de dois terços da população têm este hábito. Para a Geração Z, a prioridade na hora de ir às compras é ter uma boa experiência online. Depois de preço, este é o fator que mais importa para eles. Isso significa expectativas mais altas que os varejistas e profissionais de Marketing precisam alcançar. E então, fica o questionamento: é o fim das lojas físicas? Vamos discutir isso neste artigo. Por que a Geração Z prefere fazer compras online?A Geração Z passa muito tempo na internet (como parte desta geração, eu assino embaixo). No entanto, isso não significa que seja fácil convencer o público mais jovem a comprar online. A pesquisa da Verint destaca que a Geração Z e os Millennials têm jornadas de compra complexas, com mais de 75% usando mais de um recurso digital – como sites de classificação, influenciadores e mídias sociais – para ajudar em sua decisão de compra. Um bom exemplo desse fenômeno é como a Geração Z está usando o TikTok mais do que o Google para fazer consultas. Mas calma, isso não significa que esta geração odeie fazer compras em lojas físicas. Eles veem muito valor em visitar espaços físicos, na verdade. Outros estudos como a pesquisa da GWI mostra que as lojas físicas são importantes para a Geração Z — principalmente porque podem optar por serviços de retirada ou aproveitar descontos especiais. Eles apenas preferem fazer compras em experiências online. Fonte: GWI via Rock Content.com
Orkut: site é reativado e fundador promete novidades “em breve”.
Parece até pegadinha do dia da mentira, mas não é! O site oficial do Orkut foi reativado, na quarta-feira (27), e com uma mensagem misteriosa de seu fundador, o engenheiro de software Orkut Buyukkokten. Num clima nostálgico, ele relembrou o lançamento da rede social há 17 anos e como o feito alcançou mais de 300 milhões de usuários, antes de ser desativada de vez em 2014. Inclusive, a surpresa acontece logo depois que Elon Musk fechou o acordo para ser o dono do Twitter. A aquisição gerou a repercussão de várias publicações, enquanto alguns internautas amaram, outros pediram o retorno do Orkut para “salvar” a internet. No que parece ser uma crítica sobre as atuais principais redes sociais, o fundador do Orkut disse que “nossas opções para encontrar e construir conexões reais são poucas e bem escassas”, além de que “nossas ferramentas online devem nos servir, não nos dividir”. Não parando por aí, ele alfinetou o comércio de dados pelas plataformas, exemplificando a responsabilidade sobre a criação de sentimentos como medo e ansiedade: “Eu quero que você seja capaz de fazer conexões duradouras”. Depois, o engenheiro destacou destaca que houve um trabalho duro para desestimular o ódio e a desinformação dentro da comunidade em volta do Orkut. Porém, muita calma nessa hora! Não há muitas informações do que acontecer, apenas que no final do comunicado, Buyukkokten se despediu dizendo que as novidades aparecerão “em breve”. O curioso é que ao mesmo tempo que o Orkut reapareceu, a página oficial do Hello – plataforma também criada pelo engenheiro em 2016 – foi desativada e com expectativa de retorno. O fundador do Orkut passou a impressão que a novidade pode ser uma nova rede social bem diferente do que estamos tendo agora. Afinal, ele disse que acredita “no poder da conexão para mudar o mundo” e que por isso está “construindo algo novo”. FONTE: OLHAR DIGITAL